16.8.16
15.8.16
14.8.16
13.8.16
12.8.16
11.8.16
10.8.16
9.8.16
8.8.16
7.8.16
6.8.16
5.8.16
4.8.16
3.8.16
2.8.16
1.8.16
31.7.16
30.7.16
29.7.16
28.7.16
27.7.16
26.7.16
25.7.16
24.7.16
23.7.16
22.7.16
21.7.16
20.7.16
19.7.16
18.7.16
17.7.16
16.7.16
15.7.16
14.7.16
13.7.16
12.7.16
11.7.16
10.7.16
9.7.16
8.7.16
7.7.16
A Ilha Dos Escravos
A ILHA DOS ESCRAVOS
de Pierre de Marivaux
Portanto, neste mundo, é indispensável ser-se demasiado bom para se ser o suficiente.
P. de Marivaux
Após um naufrágio, Arlequim e o seu amo Ificrato chegam à ilha dos escravos – uma ilha especial para onde fugiam os escravos e onde se tornavam livres.
Quando Trivelino, o governador da ilha, os descobre, eles ficam a saber que a estadia na ilha será um teste à sua humanidade. Ificrato deverá ser agora o servo de Arlequim e assumirá a sua identidade, incluindo o nome e vice-versa.
No mesmo naufrágio estavam também Cleanta, aia, e Eufrosina, sua ama, que irão passar pela mesma inversão de valores.
Depois de se esgotar a possibilidade do amor romanesco entre o casal de ex-criados, os amos, encalhados na sua infelicidade, despertam finalmente a piedade de Arlequim e Cleanta e tudo fecha em harmonia num hino à dignidade humana.
Tradução - Luís Miguel Cintra
Encenação e Iluminação - Pedro Marques
Cenário e Figurinos - Luís Mouro
Elenco - Hugo Sequeira, Joana Barros, Mathilde Stilwell , Pedro Marques e Rita Frazão
Participação especial - Mariana Nicolau , Solange Oliveira , Verónica Macedo , Jorge Abelha
Fotografia - José Pinto Ribeiro e Pedro Polónio
Produção executiva - Rita Frazão
Assistência de Produção - Miguel Cardona
Assistência de Encenação - Joana Barros

mais informações aqui
de Pierre de Marivaux
Portanto, neste mundo, é indispensável ser-se demasiado bom para se ser o suficiente.
P. de Marivaux
Após um naufrágio, Arlequim e o seu amo Ificrato chegam à ilha dos escravos – uma ilha especial para onde fugiam os escravos e onde se tornavam livres.
Quando Trivelino, o governador da ilha, os descobre, eles ficam a saber que a estadia na ilha será um teste à sua humanidade. Ificrato deverá ser agora o servo de Arlequim e assumirá a sua identidade, incluindo o nome e vice-versa.
No mesmo naufrágio estavam também Cleanta, aia, e Eufrosina, sua ama, que irão passar pela mesma inversão de valores.
Depois de se esgotar a possibilidade do amor romanesco entre o casal de ex-criados, os amos, encalhados na sua infelicidade, despertam finalmente a piedade de Arlequim e Cleanta e tudo fecha em harmonia num hino à dignidade humana.
Tradução - Luís Miguel Cintra
Encenação e Iluminação - Pedro Marques
Cenário e Figurinos - Luís Mouro
Elenco - Hugo Sequeira, Joana Barros, Mathilde Stilwell , Pedro Marques e Rita Frazão
Participação especial - Mariana Nicolau , Solange Oliveira , Verónica Macedo , Jorge Abelha
Fotografia - José Pinto Ribeiro e Pedro Polónio
Produção executiva - Rita Frazão
Assistência de Produção - Miguel Cardona
Assistência de Encenação - Joana Barros
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6.7.16
5.7.16
A Ilha Dos Escravos
A ILHA DOS ESCRAVOS
de Pierre de Marivaux
Portanto, neste mundo, é indispensável ser-se demasiado bom para se ser o suficiente.
P. de Marivaux
Após um naufrágio, Arlequim e o seu amo Ificrato chegam à ilha dos escravos – uma ilha especial para onde fugiam os escravos e onde se tornavam livres.
Quando Trivelino, o governador da ilha, os descobre, eles ficam a saber que a estadia na ilha será um teste à sua humanidade. Ificrato deverá ser agora o servo de Arlequim e assumirá a sua identidade, incluindo o nome e vice-versa.
No mesmo naufrágio estavam também Cleanta, aia, e Eufrosina, sua ama, que irão passar pela mesma inversão de valores.
Depois de se esgotar a possibilidade do amor romanesco entre o casal de ex-criados, os amos, encalhados na sua infelicidade, despertam finalmente a piedade de Arlequim e Cleanta e tudo fecha em harmonia num hino à dignidade humana.
Tradução - Luís Miguel Cintra
Encenação e Iluminação - Pedro Marques
Cenário e Figurinos - Luís Mouro
Elenco - Hugo Sequeira, Joana Barros, Mathilde Stilwell , Pedro Marques e Rita Frazão
Participação especial - Mariana Nicolau , Solange Oliveira , Verónica Macedo , Jorge Abelha
Fotografia - José Pinto Ribeiro e Pedro Polónio
Produção executiva - Rita Frazão
Assistência de Produção - Miguel Cardona
Assistência de Encenação - Joana Barros

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de Pierre de Marivaux
Portanto, neste mundo, é indispensável ser-se demasiado bom para se ser o suficiente.
P. de Marivaux
Após um naufrágio, Arlequim e o seu amo Ificrato chegam à ilha dos escravos – uma ilha especial para onde fugiam os escravos e onde se tornavam livres.
Quando Trivelino, o governador da ilha, os descobre, eles ficam a saber que a estadia na ilha será um teste à sua humanidade. Ificrato deverá ser agora o servo de Arlequim e assumirá a sua identidade, incluindo o nome e vice-versa.
No mesmo naufrágio estavam também Cleanta, aia, e Eufrosina, sua ama, que irão passar pela mesma inversão de valores.
Depois de se esgotar a possibilidade do amor romanesco entre o casal de ex-criados, os amos, encalhados na sua infelicidade, despertam finalmente a piedade de Arlequim e Cleanta e tudo fecha em harmonia num hino à dignidade humana.
Tradução - Luís Miguel Cintra
Encenação e Iluminação - Pedro Marques
Cenário e Figurinos - Luís Mouro
Elenco - Hugo Sequeira, Joana Barros, Mathilde Stilwell , Pedro Marques e Rita Frazão
Participação especial - Mariana Nicolau , Solange Oliveira , Verónica Macedo , Jorge Abelha
Fotografia - José Pinto Ribeiro e Pedro Polónio
Produção executiva - Rita Frazão
Assistência de Produção - Miguel Cardona
Assistência de Encenação - Joana Barros
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4.7.16
3.7.16
A Ilha Dos Escravos
A ILHA DOS ESCRAVOS
de Pierre de Marivaux
Portanto, neste mundo, é indispensável ser-se demasiado bom para se ser o suficiente.
P. de Marivaux
Após um naufrágio, Arlequim e o seu amo Ificrato chegam à ilha dos escravos – uma ilha especial para onde fugiam os escravos e onde se tornavam livres.
Quando Trivelino, o governador da ilha, os descobre, eles ficam a saber que a estadia na ilha será um teste à sua humanidade. Ificrato deverá ser agora o servo de Arlequim e assumirá a sua identidade, incluindo o nome e vice-versa.
No mesmo naufrágio estavam também Cleanta, aia, e Eufrosina, sua ama, que irão passar pela mesma inversão de valores.
Depois de se esgotar a possibilidade do amor romanesco entre o casal de ex-criados, os amos, encalhados na sua infelicidade, despertam finalmente a piedade de Arlequim e Cleanta e tudo fecha em harmonia num hino à dignidade humana.
Tradução - Luís Miguel Cintra
Encenação e Iluminação - Pedro Marques
Cenário e Figurinos - Luís Mouro
Elenco - Hugo Sequeira, Joana Barros, Mathilde Stilwell , Pedro Marques e Rita Frazão
Participação especial - Mariana Nicolau , Solange Oliveira , Verónica Macedo , Jorge Abelha
Fotografia - José Pinto Ribeiro e Pedro Polónio
Produção executiva - Rita Frazão
Assistência de Produção - Miguel Cardona
Assistência de Encenação - Joana Barros

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de Pierre de Marivaux
Portanto, neste mundo, é indispensável ser-se demasiado bom para se ser o suficiente.
P. de Marivaux
Após um naufrágio, Arlequim e o seu amo Ificrato chegam à ilha dos escravos – uma ilha especial para onde fugiam os escravos e onde se tornavam livres.
Quando Trivelino, o governador da ilha, os descobre, eles ficam a saber que a estadia na ilha será um teste à sua humanidade. Ificrato deverá ser agora o servo de Arlequim e assumirá a sua identidade, incluindo o nome e vice-versa.
No mesmo naufrágio estavam também Cleanta, aia, e Eufrosina, sua ama, que irão passar pela mesma inversão de valores.
Depois de se esgotar a possibilidade do amor romanesco entre o casal de ex-criados, os amos, encalhados na sua infelicidade, despertam finalmente a piedade de Arlequim e Cleanta e tudo fecha em harmonia num hino à dignidade humana.
Tradução - Luís Miguel Cintra
Encenação e Iluminação - Pedro Marques
Cenário e Figurinos - Luís Mouro
Elenco - Hugo Sequeira, Joana Barros, Mathilde Stilwell , Pedro Marques e Rita Frazão
Participação especial - Mariana Nicolau , Solange Oliveira , Verónica Macedo , Jorge Abelha
Fotografia - José Pinto Ribeiro e Pedro Polónio
Produção executiva - Rita Frazão
Assistência de Produção - Miguel Cardona
Assistência de Encenação - Joana Barros
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2.7.16
1.7.16
A Ilha Dos Escravos
A ILHA DOS ESCRAVOS
de Pierre de Marivaux
Portanto, neste mundo, é indispensável ser-se demasiado bom para se ser o suficiente.
P. de Marivaux
Após um naufrágio, Arlequim e o seu amo Ificrato chegam à ilha dos escravos – uma ilha especial para onde fugiam os escravos e onde se tornavam livres.
Quando Trivelino, o governador da ilha, os descobre, eles ficam a saber que a estadia na ilha será um teste à sua humanidade. Ificrato deverá ser agora o servo de Arlequim e assumirá a sua identidade, incluindo o nome e vice-versa.
No mesmo naufrágio estavam também Cleanta, aia, e Eufrosina, sua ama, que irão passar pela mesma inversão de valores.
Depois de se esgotar a possibilidade do amor romanesco entre o casal de ex-criados, os amos, encalhados na sua infelicidade, despertam finalmente a piedade de Arlequim e Cleanta e tudo fecha em harmonia num hino à dignidade humana.
Tradução - Luís Miguel Cintra
Encenação e Iluminação - Pedro Marques
Cenário e Figurinos - Luís Mouro
Elenco - Hugo Sequeira, Joana Barros, Mathilde Stilwell , Pedro Marques e Rita Frazão
Participação especial - Mariana Nicolau , Solange Oliveira , Verónica Macedo , Jorge Abelha
Fotografia - José Pinto Ribeiro e Pedro Polónio
Produção executiva - Rita Frazão
Assistência de Produção - Miguel Cardona
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de Pierre de Marivaux
Portanto, neste mundo, é indispensável ser-se demasiado bom para se ser o suficiente.
P. de Marivaux
Após um naufrágio, Arlequim e o seu amo Ificrato chegam à ilha dos escravos – uma ilha especial para onde fugiam os escravos e onde se tornavam livres.
Quando Trivelino, o governador da ilha, os descobre, eles ficam a saber que a estadia na ilha será um teste à sua humanidade. Ificrato deverá ser agora o servo de Arlequim e assumirá a sua identidade, incluindo o nome e vice-versa.
No mesmo naufrágio estavam também Cleanta, aia, e Eufrosina, sua ama, que irão passar pela mesma inversão de valores.
Depois de se esgotar a possibilidade do amor romanesco entre o casal de ex-criados, os amos, encalhados na sua infelicidade, despertam finalmente a piedade de Arlequim e Cleanta e tudo fecha em harmonia num hino à dignidade humana.
Tradução - Luís Miguel Cintra
Encenação e Iluminação - Pedro Marques
Cenário e Figurinos - Luís Mouro
Elenco - Hugo Sequeira, Joana Barros, Mathilde Stilwell , Pedro Marques e Rita Frazão
Participação especial - Mariana Nicolau , Solange Oliveira , Verónica Macedo , Jorge Abelha
Fotografia - José Pinto Ribeiro e Pedro Polónio
Produção executiva - Rita Frazão
Assistência de Produção - Miguel Cardona
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