4.8.04

um poema

MULHER DE QUATRO!

Clima eletrizante,
Tesão latente,
Desejo crescente.
Quarto na penumbra.
Silêncio.
Um homem e uma mulher...
Lançam-se sobre a cama em pura volúpia,
Paixão.
A pele queima,
O corpo arde...
Roupas lançadas ao chão.
Mulher, de quatro, em expectativa.
Nua,
Sedenta,
Úmida,
Pronta...!
Pronta para o sexo,
Para delirar,
Gemer,
Gritar,
Gozar!
Ele a agarra pelos quadris, e entra.
Abre os lábios de seu sexo,
E invade sem relutância.
Encaixa até o fim!...
Ah...!
Gritos e gemidos no quarto.
Hum... Isso, mete mais...!
Mexa...
Mexa gostoso...!
Nádegas, firmemente, seguras,
E vulva sendo penetrada.
Vai-e-vem gostoso,
Cadenciado,
Selvagem,
Forte.
Hum... Vai!
E ele vai... Vem... Vai... Vem!
Entra e sai no ritmo dos gemidos.
Pega, entre dedos, o grelo inchado e saliente,
E brinca com o prazer da mulher.
Fricciona...
Aperta...
Mexe...
Brinca com o botão,
Enquanto invade a fenda exposta e aberta.
Suor,
Descontrole,
Estocadas fortes,
E mais gemidos e gritos!
Tremor,
Arrepios,
Gozo.
Líquido quente sobre nádegas fartas...
Corpos, cansados, largam-se sobre lençóis.
Novamente silêncio.
Só se ouve as respirações descompassadas...
Um homem e uma mulher.
Ele e eu.
Ambos saciados pelo pleno prazer.