“O título é uma metáfora para a violência da vontade de arrancar ao desenho das formas ou à presença viva de um corpo, a inatingível completude de uma presença plena. Através da construção imaginada por Rui Chafes, o corpo de Vera Mantero liberta-se do chão e animado pelos desenhos que o redesenham, prossegue a procura de um lugar extraordinário, para além de todas as conveniências. Escultura em ferro e corpo vivo. Coreografia sem chão, para um ser humano e ferro com o mundo à volta.”
23.3.05
Comer O Coração
Instalação de Rui Chafes e Vera Mantero. Comer o Coração é o título da obra que representou Portugal na 26ª Bienal de São Paulo. Uma obra única e inédita produzida especialmente para essa ocasião. Um trabalho de concepção e criação conjunta entre o escultor Rui Chafes e a coreógrafa e bailarina Vera Mantero, que agora é apresentada no CCB.
“O título é uma metáfora para a violência da vontade de arrancar ao desenho das formas ou à presença viva de um corpo, a inatingível completude de uma presença plena. Através da construção imaginada por Rui Chafes, o corpo de Vera Mantero liberta-se do chão e animado pelos desenhos que o redesenham, prossegue a procura de um lugar extraordinário, para além de todas as conveniências. Escultura em ferro e corpo vivo. Coreografia sem chão, para um ser humano e ferro com o mundo à volta.”
“O título é uma metáfora para a violência da vontade de arrancar ao desenho das formas ou à presença viva de um corpo, a inatingível completude de uma presença plena. Através da construção imaginada por Rui Chafes, o corpo de Vera Mantero liberta-se do chão e animado pelos desenhos que o redesenham, prossegue a procura de um lugar extraordinário, para além de todas as conveniências. Escultura em ferro e corpo vivo. Coreografia sem chão, para um ser humano e ferro com o mundo à volta.”