6.10.05

Ele Vive!

«Eu não tenho, creio, grandes dotes de imaginação. A minha fantasia é pobre. Sendo assim, os textos que considero mais conseguidos são autobiográficos. Reportagens de mim. Com um mínimo arranjo estético. Nalguns casos, como o do Libertino, são textos directos, rápidos, sem mastigação. Noutros são uma construção sobre os factos, aquilo a que chamo textos orquestrados, como a Comunidade, por exemplo.»

Luiz Pacheco em entrevista no Esplanar