«
Gengis entre os pigmeus é uma farsa ao jeito de
Rei Ubu, de
Alfred Jarry, e de
A resistível ascensão de Arturo Ui, de
Bertolt Brecht. Juntamente com
Gato e rato (carneiros) e
Férias ao sol, este texto integra uma trilogia dedicada ao consumismo e à perda de identidade. Nesta peça o herói, sintomaticamente homónimo do imperador mongol Gengis Cão (o maior guerreiro de sempre), ascende meteoricamente às elevadas estruturas do capitalismo e, com a ajuda do tio e da titi, desvirtua-o e descontrola-o. Esta é uma fabulosa metáfora dos nossos dias, do consumo desenfreado e da neurose obsessiva.»
in:
C.T. de Almada.
diário de bordo