13.7.08

Gengis

«(...) o feérico imaginário de Motton é (brilhantemente) traduzido por Pedro Marques e Luís Mouro (cenário e figurinos), convocando vários elementos do quotidiano (pelo palco há também três frigoríficos e um computador) mas sabendo revelar-lhes a dimensão simbólica que evocam (ocultam?).»

Rui Pina Coelho