Quando as gritamos em silêncio,
No meio de bosques desencontrados.
Perdemos os braços,
Quando agarramos os sonhos,
De secos ramos de arvores.
Confundimos o toque,
Em carícias fugidias
Deitados sobre o estranho húmus.
Bebemos a humidade do orvalho,
Quando a sede não existia.
Sentimos a frieza da rocha,
Quando nos afundávamos em sonho movediço.
Im.Possibilidade